sexta-feira, 31 de março de 2017

A ansiedade que nem sempre faz você comer

Me aquietei no meu cantinho. Fechei os olhos, respirei mais profundo... me encontrei, me permiti, me enxerguei.

 Eu já percebi que quando estou ansiosa, seja por um problema que está acontecendo, ou por uma relação conturbada, eu como. O impulso de comer é tão grande que não é só comer o que tem em casa (ou o que vê pela frente), é  parar, passar no mercado, comprar e comer.

Mas nem sempre engordamos por que comemos durante esse impulso compulsivo. Em alguns casos, mesmo se alimentando bem, e fazendo atividade física, o corpo não responde a perda de peso ou aos resultados desejados, simplesmente porque nosso organismo muda fisicamente na presença da ansiedade.

Hoje em dia, percebo que muitas pessoas sofrem por ela, com ela e é difícil livrar-se dela. A verdade é que é possível. Continua... Eu comecei a desacelerar. Passei a fazer uma coisa de cada vez. E limitei as atividades. Vou explicar sobre isso...

Antes eu queria fazer todas as aulas de dança que a academia oferecia naquele horário. Mas ficava exausta. Então me organizei. Segundo orientações da endócrino e da cardiologista para melhorar o condicionamento físico, estou dando prioridade na execução de uma planilha de caminhada  na esteira ou na rua, que segue um mínimo de minutos e km por dia,  e planeja  a execução para semanas.

Vejam só, durante 5 dias na semana:

1ª semana - Em 40 minutos, percorrer 3200 m

2ª semana - Em  45 minutos, percorrer  3600 m

3ª semana - Em 50 minutos, percorrer   4000 m

4ª semana - Em 47 minutos, percorrer  4400 m

5ª semana - Em 51 minutos, percorrer  4800 m

6ª semana - Em 45 minutos, percorrer  4800 m

7ª semana - Em 49 minutos, percorrer  5200 m

8ª semana- Em 53 minutos, percorrer  5600 m

9ª semana - Em 49 minutos, percorrer  5600 m

Essa é uma planilha recomendada para quem fez o teste ergométrico e teve como laudo: REGULAR que foi o meu caso.

Passeio em SP dia 25/03/17 
A cardiologista explicou que eles consideram aeróbico toda atividade que mantém a frequência contínua. Por exemplo, uma aula de dança é um aeróbico mas não é válido para atingir um bom condicionamento físico pois entre uma música e outra a frequência cai bastante. Por isso recomenda-se que seja: esteira, elíptico, bicicleta ou natação.

Já em consulta com a endócrino, ela me recomendou que eu fizesse aeróbico todos os dias. Então juntei as 2 orientações. Feito o aeróbico, eu vou pra casa. Janto, leio um livro e durmo cedo. Assim, levanto mais disposta no dia seguinte e meu dia rende mais.

 Isso é viver o momento. Fazendo uma coisa de cada vez e fazendo o que precisa ser feito. Meu foco não está sendo no peso na balança, não estou mais bitolada nisso. Estou cuidando da saúde, me alimentando melhor, e deixando o peso para outras coisas.. não para as minhas costas...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Low Carb e a definição de metas

O dia que eu me vi de verdade, reparei quão grandiosa sou. Não só na altura, mas nos sonhos, na vontade de atingir metas, no esforço diário para não deixar a peteca cair, mesmo que encontre alguns obstáculos no caminho.

Quando eu me vi de verdade, observei quão boa pessoa eu sou. Não só pela maneira de ver o mundo, mas pela honestidade, pelo altruísmo, pela boa índole.

Há um tempo eu tenho me visto de verdade, e deixado minha melhor versão prevalecer. Posso dizer que há 6 semanas, minha vida mudou completamente. Comecei com coach e desde então sou plena, convicta, segura e intensa.


Após 3 anos de projeto de perda de peso, decidi definir uma data/meta para atingir meu objetivo. E vou chegar aos 70 kg até dia 12 de maio de 2017. Calculei da seguinte maneira: se eu me esforçar, eu consigo emagrecer 1kg por semana. 

Estou pesando 83,5 hoje - dia 17/02/17 e quando decidi que ia definir metas eu estava com 85. 

Para isso, comecei a fazer uma dieta baseada na low carb, com redução de ingestão de carboidrato (só de frutas e legumes) nos dias que eu não treino, que são: terça, quinta e sábado. Sim! Sábado. 

Inclusive, melhorei o funcionamento do intestino e melhorei o sono. E parece que o corpo tem respondido positivamente essa melhora de vida. 

Se você está de bem consigo mesma, se procura mecanismos de controlar a ansiedade, dormir melhor e ter tudo em bom funcionamento em seu corpo, então, os resultados virão. Eu sou dessas. E você? 

Bora?

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Compulsão Alimentar

Passei há pouco tempo por momentos de compulsão alimentar que muito me preocuparam. A balança estava aumentando o peso, e eu não estava entendendo o porque que estava comendo tanto, até o momento que resolvi ser sincera comigo mesma: eu estava comendo ansiedade, fora das refeições principais.

Como sempre aconteceu na minha vida: as insatisfações estavam me fazendo comer demasiadamente tudo que via pela frente. Resultado: 8kg a mais que estou arduamente tentando eliminar.

Não foi fácil admitir pra mim mesma que sou compulsiva. Mais difícil ainda, é trazer essa informação a público. Mas a ideia é compartilhar tanto as vitórias quanto as dores. Então, depois de algum tempo, só agora eu estou apresentando as saídas que tenho encontrado para não alimentar essa compulsão, literalmente.

Primeiro mudei o tratamento de ansiedade com o psiquiatra, até porque, a primeira vez que fui em um, tem 6 meses, e de lá pra cá, muita coisa já mudou e há sempre hora de mudança.

Segundo, fiz 6 seções de massagem Ayrveda que me trouxe muita consciência corporal, além de drenar e estimular toxinas do corpo. Foi uma experiência incrível.

Mantenho os treinos 3x por semana de treinamento funcional. Tentei voltar à natação mas ainda não consegui encontrar um horário adequado. Com tantas coisas a fazer em outros campos da vida, tive que suspender por um tempo.

Apesar disso tudo, o peso esta empacado, quando a balança altera alguma coisa é para mais e há 1 mês estou focada e nada muda. Conclusão: vamos visitar alguns especialistas para verificar como anda o funcionamento do corpo, se há ausência de alguma vitamina ou excesso de alguma coisa que está dificultando minha perda de peso.

Objetivo: Buscar o equilíbrio, naturalmente.
                                                                                                                       
Fonte

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Armadilha 2: suco puro de laranja (os naturais)

A laranja veio para o Brasil pelos colonizadores e representa boa porcentagem em sua exportação. Serra d´água, pêra, lima, são alguns tipos que variam entre doces e azedas. Para quem gosta, laranja é deliciosa em qualquer época do ano. Para incluir na salada de fruta, sucos, bolos e vitaminas e puras. Há uma série de maneiras de ingeri-las, e o organismo agradece, quando consumida da maneira adequada.

Em consulta com a nutricionista ela me orientou: Evite tomar sucos de fruta naturais puros. Opte sempre pela inclusão de água nos sucos.

Vamos entender o que acontece...

Foto exclusiva do blog Rumo ao 70.

A laranja é rica em vitamina C, fibras e contém açúcares.

Comer 1 ou 2 laranjas no lanche ou após a refeição, supre a necessidade de ingerir doces, além de ser uma opção saudável ao corpo, por conter as fibras, açúcares e vitaminas que serão úteis ao bom funcionamento do organismo.

Tomar um suco puro de laranja, contendo de 3 a 4 unidades, vai lhe apresentar excesso de açúcar e ausência da fibra necessária para quebra-los.

Já tomar uma laranjada, que é laranja com água, vai ser utilizado de 1 a 2 laranjas, e equilibrado à água. Não terá excesso de açúcar e a ausência da fibra não será consideravelmente necessária.

Mas.. e o bagaço?

É no bagaço da laranja, naquela parte branca, que encontramos a pectina que apresenta várias funções no organismo, a começar pela boca, onde previne cáries dentárias. No estômago, aumenta de volume, dando sensação de saciedade. É o bagaço que estimula o funcionamento do intestino sendo ideal para quem tem prisão de ventre.

Hoje foram ingeridas 2 laranjas. Uma logo após o almoço, e outra a tarde, antes de treinar. Com cautela, cuidando da lesão no joelho, vamos adaptando os exercícios e mantendo o foco. (ainda mais depois de perdê-lo).

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Armadilha 1: Comer com os olhos

Me recordo que, durante alguns momentos da minha vida, sentia bons aromas e queria comê-los. Acontecia com muita frequência, ao passar próximo a uma padaria, por exemplo, no momento em que algo estava sendo assado, com aquele cheiro maravilhoso, eu, sem raciocinar, acabava comendo qualquer coisa "bonita" que poderia se aproximar daquele cheiro.

Até que descobri, que nenhum alimento tem o mesmo sabor do cheiro ou da aparência.

Pensando assim, não mais corro pra dentro da padaria quando estão assando algo. E ultimamente, tenho observado quais ingredientes de um produto vão me nutrir como meu corpo precisa.

Não serão nem os industrializados, nem os de caixinha e muito menos os cheio de agrotóxico. Porém, infelizmente não vivemos num mundo onde encontramos, com facilidade, esses produtos mais saudáveis, mas o que pudermos fazer para reduzir o consumo, eu acho válido. 


Fonte

Comer não é um ato automático, já dizia Juliet Beck no livro "Pense Magro".

Comecei a tomar cada vez mais consciência do que nutria meu corpo após buscas por orientações com nutricionistas e tratamentos tanto estéticos quantos terapêuticos que vem me trazendo ótimos retornos físico, mental e comportamental, inclusive.

Iniciei um tratamento de massagem terapêutica que estimula os mecanismos do corpo a eliminar toxinas. Ela relaxa, drena, e limpa a o corpo em sua profundidade, muito além da pele. 

Recomendo a busca por realizações pessoais, profissionais, e momentos que trarão ótimas sensações. 

Viva melhor!!!